Há igualdade de tratamento no padel português?
O padel português atravessa uma fase de crescimento evidente. Há mais jogadores, mais clubes, mais competições e cada vez mais pessoas e entidades envolvidas na modalidade.
Esse crescimento traz também novas responsabilidades. E uma das questões que merece ser discutida é simples: existe igualdade de tratamento entre os diferentes agentes do padel português?
Jogadores, clubes, treinadores, organizadores, árbitros, meios de comunicação e outras entidades relacionam-se, de forma direta ou indireta, com a Federação Portuguesa de Padel. Mas será que todos encontram as mesmas portas abertas?
Os critérios são iguais para todos?
A questão não passa apenas por apoios ou decisões desportivas.
Passa também pela comunicação, pelo acompanhamento, pela facilidade de contacto e pela capacidade de obter respostas.
Quando um jogador, clube ou outra entidade necessita de contactar a Federação, existe o mesmo grau de disponibilidade independentemente de quem está do outro lado?
Existem procedimentos suficientemente claros? Situações semelhantes recebem respostas semelhantes?
São perguntas legítimas numa modalidade que continua a crescer e a profissionalizar-se.
Convites, oportunidades e acesso
Há ainda outra dimensão que merece reflexão.
Quando surgem convites, oportunidades, apoios ou acesso privilegiado a determinados momentos da modalidade, existem critérios públicos que permitam perceber quem pode beneficiar dessas oportunidades?
E, existindo esses critérios, são conhecidos antecipadamente por todos os potenciais interessados?
A transparência não significa que todas as decisões tenham de agradar a todos. Significa, sobretudo, que seja possível compreender como e por que motivo são tomadas.
Uma pergunta aberta ao padel português
Este artigo não parte de uma conclusão previamente definida.
A intenção é colocar uma questão que consideramos legítima e perceber como é sentida por quem vive diariamente a modalidade.
Há certamente jogadores, clubes e outras entidades com experiências positivas na relação com a Federação Portuguesa de Padel. Outros poderão ter uma perceção diferente.
As duas perspetivas são importantes.
Num momento em que o padel português cresce rapidamente, também a transparência, proximidade e igualdade de tratamento devem acompanhar essa evolução.
Por isso, deixamos a pergunta:
Quem está dentro do padel português sente que todos são tratados de forma igual?
A discussão está aberta nas nossas redes sociais. Queremos ouvir jogadores, clubes, treinadores, organizadores, árbitros e restantes pessoas ligadas à modalidade, independentemente de terem experiências positivas ou negativas.
Podes participar diretamente na publicação do @padel.pt e deixar a tua opinião sobre este tema.
